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ACONTECEU NA HISTÓRIA - Quando a imprensa exagera: como as imprensas britânica e francesa arrastaram seus Países para a Guerra da Crimeia.

Não se pode negar o poder da imprensa. Com poucas palavras seus jornalistas e editores podem arruinar reputações; fomentar intrigas e revoltas; expor verdades desconhecidas; transformar heróis em vilões; vilões em heróis; etc. Não é à toa que uma das primeiras medidas tomadas por pessoas ou governos com tendências autoritárias é censurar ou omitir as declarações dos repórteres e da imprensa. Sendo o eterno “quarto poder” de toda República, a imprensa sempre teve capacidade tanto para o bem quanto para o mal nos rumos de toda sociedade.


TEORIA DO PODER RELATIVO

TEORIA DO PODER RELATIVO


Muito tem se falado em Democracia e Poder Social, incentivando os cidadãos a participarem da vida política, seja acompanhando os candidatos, seja votando nos pleitos eleitorais. Sim, quanto maior for a participação social melhor será a possibilidade de intervenção no cenário político.
Mas será que todos, em uma sociedade/nação, estão em igualdade de condições para participar ativamente desse processo?
As desigualdades econômicas afetariam essa possibilidade de participação? 
Qual seria o impacto se as camadas mais desfavorecidas não puderem acompanhar o processo democrático de forma crítica, desde a escolha de candidatos até cobranças durante o mandato, como é necessário?

Países emergentes como Brasil, Tailândia, Índia  que sofrem profundas desigualdades sociais, tem problemas desde o transporte urbano, passando pelo saneamento e nichos de concentração de pobreza, aqui no Brasil chamadas de favelas. Como ponto em comum nesses países, está a desigualdade social, fazendo com que as classes menos favorecidas não tenham acesso ao cenário político, que permita reivindicar melhorias sociais gerais e com isso romper o ciclo de pobreza e ausência de benefícios como transporte urbano, saneamento, moradia, pleno emprego para todos, isso para citar alguns benefícios coletivos.

Essa observação não é de hoje e vários estudiosos já se debruçaram sobre o tema desde a antiguidade.

ACONTECEU NA HISTÓRIA - DE GRANDES SOLDADOS A ESTORVOS POLÍTICOS: OS JANÍZAROS DO IMPÉRIO OTOMANO

 

Desde que as sociedades humanas passaram a se organizar em Estados, surgiu a necessidade de grupos de indivíduos que pudessem tanto agredir outras sociedades de modo a lhes extrair recursos uteis aos quais não havia acesso, quanto a proteger sua sociedade original de igual agressão. Esses indivíduos eram os militares, que nos primórdios eram apenas um grupo qualquer de camponeses que pegavam em armas para o ataque ou para a defesa, os quais sempre gozavam de grande prestigio em suas sociedades, sendo seus líderes normalmente oriundos da elite.